O mês de maio ficou marcado em minha vida com mais uma grande aventura.
A bordo de um ônibus, junto com mais 11 loucos , fui de São Paulo até a região do alto Xingu, divisa do estado do Mato Grosso com o Pará.
Foram aproximadamente 30 horas de estrada, passando por lugares que jamais imaginei estar.
Conhecendo pessoas e um pouco da cultura de cada local em que parávamos.
No trajeto uma grande obra da natureza me chamou a atenção. A serra do Roncador.
Nosso destino é Canarana (MT), e a partir de lá, são mais duas horas por estradas de terra por dentro de algumas fazendas da região, até a chegada tão esperada do rio Xingu.
De voadeira foram mais 30 minutos até a pousada Rancho do Xingú. A pousada fica em uma grande fazenda, cujo dono proibe qualquer tipo de desmatamento ou caça. Porcos do mato, capivaras, antas e até mesmo as temidas onças pintadas são vistas a poucos metros da pousada. Infelizmente o rio ainda estava muito cheio, e não tive oportunidade de ver a tão esperada onça.
No total foram 6 dias de muita pescaria e harmonia total com a natureza. As visitas dos indios na pousada eram frequentes e até um lindo arco e flecha trouxe de recordação.
Realmente uma viagem inesquecível.
É a região região de encontro de três rios. O kuluene, rio da pousada, o Sete de Setembro e o Xingu.
O encontro desses três rios é um local único. Cardumes de lambaris saltam por todos os lados
tentando uma fuga inútil dos ataques de cachorras e bicudas famintas.
No fundo, a festa é completada por grandes corvinas, purararas e cacharas.
Mais informações sobre o xingú, estarão na próxima Biblia do Pescador, a partir de novembro, nas bancas de todo o país.





A convite da Peve- Tur (empresa de turismo), viajei ao Pantanal, mais especificamente para Corumbá.




